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Cultura Digital: Transformando colaboradores em influenciadores locais

Ana Paula Nascimento, gerente de comunicação e marca da Magalu, abriu sua palestra apresentando alguns números da empresa: São 959 lojas, em 16 estados; o e-commerce tem 41% de participação nas vendas totais; mais de 25 mil funcionários. Na história do Magazine Luiza, desde os anos 1960, alinhados ao propósito de sempre incluir pessoas, a empresa se preocupou com o acesso às novas tecnologias. Nos anos 1970 com o telefone, por exemplo.Na década de 1980 com a televisão a cores.

Nos dias atuais, a crença da empresa é que não existe inclusão social sem cultura digital. E Ana Paula reforça a importância de considerar as diferenças de níveis de digitalização em um país com dimensões continentais. Desde 2015, a Magalu trabalha com 5 pilares da Transformação Digital: Inclusão Digital; Multicanalidade; Plataforma Digital de Vendas; Digitalização das Lojas; Cultura Digital.

Assim, vemos uma empresa de 60 anos, de varejo tradicional, transformar-se em uma plataforma digital. “E tudo isso precisava começar dentro de casa”, lembra.

Entre diversos desafios, uma das indagações era: Como fazer com que esses 20 mil gerentes de loja se incluam digitalmente?

E foi assim que nasceu o “Magalocal”, com foco na digitalização das lojas. “É uma plataforma de conteúdo, regional e autoral, e que traz o digital para o calor humano”, explica Ana Paula. Ou seja, utiliza as mídias digitais para trazer clientes para as lojas. 

Agora, cada loja tem a sua própria fanpage, no Facebook. Logo, a Magalu conta com 960 páginas na rede social e 55 milhões de fãs.  “Dá para controlar? Não dá. Mas não existe inovação sem arriscar, sem tentar fazer diferente”.

Ao mesmo tempo, a empresa passou a oferecer treinamentos e a gerar conteúdos compartilhando as melhores práticas e esclarecendo as dúvidas que surgiram nas lojas. E desta maneira, cada gerente de loja, cada vendedor, tornou-se um social media, um influencer. 

A plataforma de treinamentos, o “Portal Saber”, conta treinamento sobre mídia social, com pílulas de conteúdo e materiais de apoio. Atrelado a isso, estão as campanhas de incentivo e reconhecimento dos melhores trabalhos.

Entre as vantagens é que agora esses novos “conteudistas” passaram a se comunicar diretamente com a comunidade local e regional. Entre os ganhos, vale destacar que eles conhecem, mais de perto, as características próprias de seus clientes. 

“Produção de conteúdo geolocalizado com linguagem regional. Os clientes querem uma comunicação que se conecte com eles. Que seja autêntica”, destaca.

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